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De vez em quando a gente se perde, mas nem todas as ruas têm mapa. Nem todos os corações pensam. O meu não pensa, só sente. Nem a minha cabeça pensa, só sente. Acho que eu nasci para sentir, é, nasci sim.
— Clarissa. (via cirandices)
Brasil estragando redes sociais desde 1998.
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Você apareceu como o cara certo, na hora certa. Ou nem tão certa assim. Mas toda vez que eu olho para você, eu agradeço baixinho à Deus por ter colocado você na minha vida. E peço, no mínimo, mais umas mil vidas ao teu lado, porque uma só é muito pouco.
— Plenitude. (via umdiasemvc-umdiapraesquecer)
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Que sejamos assim sempre. Que o nosso amor continue crescendo. E se eternize um pouquinho mais, todos os dias. Que nós sejamos a prova de que tudo é possível quando se quer alguém como queremos um ao outro. Que possamos ensinar e aprender, juntos. Sempre juntos. Que nossos corações nunca percam essa sintonia perfeita. Nem se percam. Que não existam brigas. Mas, se em algum momento discutirmos por algum motivo, que façamos as pazes sem demora. E o mais importante: sem orgulho. Que o teu sorriso continue a ser o meu preferido. Que o meu abraço seja teu aconchego e o lugar que você quer estar. E ficar, sempre. Que haja cumplicidade, confiança, companheirismo. Que não haja egoísmo. Nem medo. Que haja sempre certezas. Que sejamos sempre certeza. Que, acima de tudo, nossa amizade nunca deixe de existir. Que você continue sendo o que eu quero. E que eu, continue sendo o teu melhor. Que você continue segurando a minha mão tão firme como agora. Que eu continue olhando para o lado e vendo você acompanhando meus passos. Que a gente continue achando graça nas nossas brincadeiras. Que todos os sonhos sejam realizados, exatamente como são planejados. Que daqui há 80 anos a gente possa se olhar e ter a mesma certeza que temos hoje. Que haja força. Que haja fé. Que haja amor. Cada vez mais amor.
— Plenitude. (via encorajando)
Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podiamos esperar por crescer?